Volta à China, Copa ruim e idade colocam futuro de Paulinho em xeque na Seleção

Paulinho está de volta ao Guangzhou Evergrande por uma fortuna. O clube pagou cerca de 50 milhões de euros (R$ 230 milhões) ao Barcelona e um salário vultoso ao jogador. Mas a contratação é uma das pontas que colocam em xeque o futuro do volante na seleção brasileira.

Tite não é lá muito fã dos efeitos causados pela baixa competitividade da liga chinesa, embora Renato Augusto, único convocado que atua por lá, quase tenha salvado o Brasil na Copa do Mundo ao entrar no segundo tempo, fazer um gol e ter ficado a centímetros do empate, num chute que raspou a trave direita do goleiro Courtois.

Renato era titular, mas perdeu a vaga muito por conta da China. Mesma razão que tirou do zagueiro Gil a possibilidade de ir à Rússia, e que fez a comissão técnica se empolgar com a ida de Paulinho para o Barcelona, em agosto do ano passado.

Mas a questão de Paulinho vai além. Foi a segunda Copa do Mundo ruim do jogador. Em 2014, depois de uma temporada sem brilho no Tottenham, ele também não havia rendido o que se esperava. Tanto que perdeu a posição para Fernandinho ao longo do torneio.

Dessa vez, Tite não o colocou no banco de reservas. Apostou naquele que foi um dos mais decisivos atletas de sua trajetória até a Copa, com oito gols. Mas o substituiu nas cinco partidas da Seleção, algo que até então era muito raro.



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